O Caso de Bia – parte 2

sexo-nopatio1Chegou o dia de encontrar com seu amante…

Bia estava morta de ansiedade e já estava a dias pensando o que iria vestir. Comprou uma calça alfaiataria nova, preta e iria usar com uma bora de cano curto e blusa. Maquiagem a mais básica possível, não iria precisar de muita em um motel.

Combinaram de se encontrarem no mesmo local de quando se conheceram.

As 13hs no local combinado, lá estava ela: linda e poderosa e com sede de fazer muita sacanagem. Ainda se perguntava o que estava fazendo ali, o frio na barriga, aquele medo… Mas não iria voltar atrás porque o tesão falava mais alto.

Logo Nando chegou, ela entrou em seu carro se cumprimentaram com um beijo e saíram.

Durante o trajeto foram jogando conversa fora, ele passava a mão de leve em suas cochas e Bia já começou a ficar excitada. Um pouco tímida ela o tocou e sentiu que ela estava explodindo ali dentro da calça jeans.

Chegaram ao motel e ele pediu uma suíte com hidromassagem. Iria ser algo bem especial e sem muita pressa.

Quando entraram na garagem da suíte, Bia o beijou e pediu para que ele não saísse ainda… Ele colocou seu banco um pouco para trás e ela já o acariciava, tirava seu cinto e abria sua calça, ele a ajudou. Seu membro estava em suas mãos, ele encostou a cabeça no banco do carro e fechou os olhos, Bia o acariciava suavemente e depois o sugou com sua boca quente. Nando gemeu de prazer. Bia sugava, às vezes com força, às vezes suavemente, passava a língua… O masturbava e beijava sua boca. Ele pedia para que ela “mamasse” porque tinha uma coisa muito boa para encher a boca dela, e foi o que Bia fez: mamou e sugou até receber toda proteína em sua boca.

Subiram para suíte, entraram no chuveiro e tomaram banho. Beijos e caricias começaram novamente ali.

Nada como passar uma tarde de férias em um motel.

Sexo.

Descanso.

Mais sexo.

Banheira.

Sexo na banheira.

Era como se fosse a ultima vez. Selvagem e carnal. Nando a pegava com força, puxava seus cabelos, batia em sua carne macia.

Eles se encaixavam perfeitamente. A atração era mútua. Gozou por todos os poros aquela tarde! Sem culpa e com muito tesão.

Mas a realidade chama e tiveram que voltar para suas pacatas vidas, levaram apenas as marcas invisíveis, os cheiros e o gosto do sexo na boca.

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Subs irreais

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Outro dia em algum lugar sobre como publicamos – Não aqui nesse blog – fotos irreais de submissas. Submissas magras, práticas impossíveis.

Mas é o que tem… São nossas ilusões estampadas ai.

Em quatro paredes vivemos o que é real, ou não!

Minha reação quando…

Alguém diz que o Dominador é responsável pela saúde mental de sua submissa…

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A vá! Os Senhores de nossas “almas” querem nos deixar doidas de pedra!

 

O caso de Bia – Parte 1

Bia Acordou às 10hs da manhã.

Estava de férias do trabalho, merecidas férias! A coisa mais divertida que poderia fazer era dormir.

Pegou o celular para verificar os e-mails, podia ter algo de interessante. Mas não era o e-mail e sim o Skype que estava chamando. Verificou quem era… Nando. Tinham se conhecido através de uma rede social, tempos atrás e estavam mantendo contato esporadicamente.

Ela precisava de uma aventura, ter um caso, fazer sexo… Não queria ter um namorado para isso, dava muito trabalho. Tinha fantasias de que um dia encontraria um homem que se encaixasse com ela, mas estava com muita preguiça de procurar. Precisava focar mais em sua carreira, ganhar dinheiro, poupar, viajar, ser livre.

Nando havia chamado algumas horas, ela sempre ficava on pelo Skype no celular. Respondeu, pediu desculpas e disse que estava dormindo. Nando escreveu que estava próximo a casa dela e que poderia passar por ali para conversar e se conhecer pessoalmente. Ela iria precisar de uma hora para tomar banho, fazer o desjejum e sair… Então combinaram ás 11hs, na esquina próximo de sua casa.

Tomou banho e se arrumou. Não fez um look muito elaborado, vestiu uma leg preta e uma camiseta, calçou o tênis. Arrumou os cabelos e colocou uma tiara de fita com lacinho.

Tomou café da manhã e saiu.

Quando chegou ao ponto de encontro, mandou uma mensagem: “já cheguei”.

Como você está vestida?

“calça leg preta e camiseta”

Ela estava super nervosa, quase se arrependendo! E se fosse um tarado maluco e a matasse? Queria sair correndo dali, mas não podia mais, iria até o fim.

Quando Nando chegou, ela entrou rapidamente em seu carro. Nervosa, um pouco sem jeito.

Cumprimentaram-se com um beijo no rosto e ele perguntou onde poderiam ir para conversar. Ela indicou o estacionamento do mercado que ficava próximo de sua casa.

Nando estacionou o carro e começaram a papiar. Ele não é um homem bonito, mas tinha algo de atraente: Lábios carnudos, riso fácil. Falaram um pouco sobre suas vidas, e objetivo de cada um ali. Ela deixou bem claro que era apenas diversão, ele também não queria nada sério, afinal era casado e já tinha bastante seriedade em sua vida.

Nando tomou iniciativa e perguntou se poderia beijá-la. Quando o beijou, parecia que não iria sentir nada, que não conseguiria sentir prazer. Um homem desconhecido que mal tinha conversado. Precisaria trabalhar sua cabeça para sexo casual. Sempre imaginava que sexo estava atrelado a sentimentos. Tinha relacionamentos duradouros e sexo sempre vinha com o namoro. Naquele momento não. Era lago quase que selvagem e instintivo. Pessoas passavam e eles ali se atracando dentro do carro, medo de serem visto, mas também a emoção de estarem fazendo algo transgressor.

Nando a beijava suavemente, e ao mesmo tempo passava os dedos nos bicos de seus seios, depois a invadiu com os dedos entre suas coxas, ficou ali brincando com seu clitóris, seios e lábios. Ele tirou a mão de dentro de sua calça e continuou a brincar com seus seios. Então pediu que Bia se masturbasse. Pediu para que ela falasse o que ela queria que ele fizesse com ela. E bia falou… Chupar, foder, anal. Bia explodiu em gozo e Nando estava quase arrebentando o zíper da calça. Se desse transariam ali mesmo, mas precisavam deixar o melhor para depois.

E esta história continua!

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Submissa de Alma Perdida

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Quando o Dono/SR/Mestre a olhava e dizia que ela era uma submissa de alma, ficava pensando se ele acreditava mesmo naquilo. Já estava duvidando dessa liturgia toda. Ela queria viver algo intenso, o Dono só queria subjugar sua mente com esse tal de sadismo psicológico: “cadelinha, vou dominar sua mente e depois terei seu corpo”. Então ficava imaginando o Dono com aquelas roupas do Mandrake dizendo: “Vou dominar sua alma, você agora me pertence! Oh!”.

Era muito maldosa para uma submissa… Definitivamente não tinha uma boa alma.

Para piorar as coisas, à distância e a falta de tempo atrapalhavam muito. Quando o Dono/SR/Mestre não estava trabalhando muito, estava muito doente para lhe dar atenção. Foi assim que sua alma submissa maldosa ficou vagando entre a terra e o limbo, como uma alma penada vingativa.

Ela chegou a cogitar em entregar a coleira, disse que não estava conseguindo lidar com sua ausência… Estava ficando desesperada.

Começou a ter fantasias de que ele mentia, que ele na verdade era casado e estava escondendo dela. Que não estava doente coisa nenhuma, que era tudo mentira para que ele curtisse suas férias em paz. Imaginava ele e a esposa em um hotel hesort à beira mar. Estava ficando louca…

Ela pensou em viajar em suas férias, comentou com o Dono/SR/Mestre que deu a maior força para que fosse. Com certeza queria se livrar dela!

Fazia de tudo para se livrar daqueles pensamentos e ser mais prática: via sua vida! Relaxa! Ele não é deus, não é mágico. Ele não tem controle sobre suas ações. A única pessoa que pode te controlar é você mesma, repetia… Até aquele momento ele exercia sobre ela um controle muito forte, dava impressão de que ele saberia de qualquer deslize, que ele sentiria o cheiro de outro homem, que ele saberia de todos seus passos. Mas o controle estava enfraquecendo, Mandrake/Dono/SR/Mestre estava perdendo os “poderes” sobre ela.

Durante seis meses só tinhas se visto apenas uma vez.

Estava muito triste.

Teria ficado muito feliz se ele tivesse chamado para passar um final de semana com ele, já que estava doente e ela estava ali para ajuda-lo.

Mas as coisas não são como queremos.

Ela não manda e nem comanda.

Ela só obedece.

Apenas se cala.

Era uma mulher de Atenas e não uma Espartana.

Não tinha mais forças para desistir, não tinha mais paciência em procurar outro caminho. Só se deixa levar.

Deixou de ser submissa de alma e agora é uma sombra… Sombra e sobras de uma submissa.

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E vamos rir, porque ter senso de humor é fundamental!

Dom Mandrake manda lembranças!

Poema Safado

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Conheceram-se pela internet

Certificou-se que fosse alguém comprometido

Não queria envolvimento amoroso

Era apenas sexo pelo sexo.

Marcaram um dia para se conhecer pessoalmente

Era apenas um encontro para conversar

Tudo bem escondido…

Não queria prejudicar.

Foi um sentimento de paixão e desejo

Não conseguiram se segurar

Dentro do carro mesmo

Línguas e mãos

Boca sugando

O gozo veio fácil

Mas queriam mais,

Motel…

Cama

Chuveiro

Sexo anal.

E mais cama

E mais sexo,

Cavalgou

Foi cavalgada,

Gozo na cara.

Partiram

Deixando no corpo as marcas

E o gosto na boca

Do sexo

Lascívia

Luxúria!

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Cuckold – Corno

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Cuckold é o termo em inglês para Corno e esse nome faz referencia aquele pássaro que não faz seu ninho, simplesmente bota seus ovos no ninho de outros pássaros. Alguns homens sente prazer nessa prática, frequentam swings a procura de parceiros. o fato de ver a mulher tendo prazer com outro homem não é um tormento para o corno ou corninho, é motivo de prazer.

Sentir prazer no ciúmes chama-se ZELOFILIA.

O fetiche também envolve submissão, humilhação e o medo da traição. A pessoa tem medo de ser traída, mas por nada desse mundo deixa a pessoa. Deixar o companheiro seria uma forma de se livrar do sofrimento, mas ao mesmo tempo livraria-se do prazer do medo.

Escrevi um conto com esse tema na perspectiva masculina…

O Corno

Sabe aquele casal que vive juntos há anos e se amam de verdade? Assim eram eles: Jonas e Sônia.

Jonas já havia perdido as contas de quantos homens já haviam passado entre as pernas de sua maravilhosa esposa. Não falava em traição no sentido social e conservador da palavra. Gostava daquele jogo, mesmo não sendo um jogo aberto, pelo menos até o momento.

Uma vez presenciou uma cena terrivelmente deliciosa. Chegara em casa mais cedo, estacionou o carro na rua, havia um carro em frente a sua garagem. Entrou em casa pronto para ligar para o guincho, quando ouviu gemidos vindo de seu quarto. Tirou os sapatos para não fazer barulho e foi caminhando até lá. Viu sua esposa, sua Sônia, transando loucamente com um amigo… Para isso servem os amigos, não é? Ficou ali a observar o amigo em cima da esposa metendo vigorosamente entre suas pernas, e Sônia gemendo e urrando… Pedia mais. Mulher fogosa, com apetite sexual voraz, seria impossível satisfaze-la sozinho, precisava sim da ajuda de algum amigo camarada, e também de algum desconhecido. Saiu dali para não perturbar o gozo de sua esposa. Foi para o banheiro dos fundos, sabia que ali ela não apareceria e ficou lá ouvindo os gemidos e se masturbando.

Algum tempo depois ouviu barulhos de portas e duas pessoas de despedindo e mais portas batendo. Foi até o quarto, a cama ainda bagunçada, na sala não havia ninguém. Sentou e esperou. Sônia abriu a porta e quando viu ali o marido sentado tranquilamente levou um susto. Estava esperando um tapa, um xingamento, o marido arrumando as malas e indo embora. Mas não foi isso que aconteceu, Jonas não iria perder seu bem mais precioso, sua linda esposa fogosa. Ela ficou ali paralisada, ele a olhava e sorria. Disse para a esposa que sempre soube de seus casos e entendia que ela não fazia por estar infeliz com ele, sempre foram felizes! E explicou que da mesma forma que ela gostava de se aventurar com outros homens na cama ele gostava de saber e até dava uns incentivos. Jonas e Sônia se abrasaram, ela se sentiu aliviada e menos culpada. Muitas vezes se sentia uma aberração, tentou mudar e parar com aquilo, mas o fetiche era muito mais forte. Depois de conversarem, tomarem um bom vinho, entrar no chuveiro e ter uma boa sessão de sexo, eles perceberam que eram normais e só haviam escolhido um caminho diferente em relação ao prazer.

Passaram a viver com mais intensidade seus desejos.

Ele adorava sentar em frente à cama e vê-la sendo possuída por outro homem. Seus gemidos, seus pedidos de “mete mais”, seu gozo. Às vezes ele ficava mais perto e segurava em sua mão, beija sua boca e observava sua bela esposa ser penetrada.

Esteticamente considerava maravilhoso! Sua expressão de prazer e gozo… Estupendo!

Mais do que um “corno” era um voyeur! Gosta de ver sua mulher ser desejada e sexualmente possuída.

E começaram a fazer orgias.

Assim descobriu que seu amor não tinha limites, nem sua tara, nem seus fetiches…

Sônia, sua louca e tarada esposa estava sempre pronta para fazê-lo um corno feliz!

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Essa charge de Carlos Latuff representa bem o que é ser corninho… e para mim não tem nada de mais. viver sua fantasia é o mais importante! Sejam felizes corninhos!