Michel Foucault

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“Mostrar às pessoas que elas são muito mais livres do que pensam, que elas tomam por verdadeiro, por evidentes, certos temas fabricados em um momento particular da história, e que essa pretensa evidência pode ser criticada e destruída.”
(Michel Foucault)

30 ano atrás, morria na frança o filósofo Frances Michel Foucault.

O que Foucault me ensinou?

Cada época tem uma “tecnologia geral do indivíduo” particular de controle do corpo. Em nossa sociedade, o controle sobre o corpo é exercido de modo automático e silencioso. Desde o final do século XVIII, ela tem sido dominada por uma forma de controle que se denomina “disciplina”. Nos espaços institucionais, nós nos sentimos vigiados constantemente e essa presença molda nossos corpos e nossa subjetividade. Foucault mostrou que nós não nos tornamos sujeitos, hoje como um grego o fazia. A subjetividade é uma espécie de hábito ou exercício que adquirimos de acordo com certos expedientes que mudam historicamente.

Se a loucura, em nosso tempo, é uma doença e, por isso, deve ser tratada num hospital, em outra época, o louco já andou solto e, ao contrário, era visto como aquele, dentre todos os seres, que pertenciam à estrada, ao ar livre, e não ao confinamento do hospício.

Enfim, Foucault está sempre nos lembrando que podemos mudar como sujeitos, que não paramos de nos transformar; ele nos obriga a pensar, o que estamos fazendo de nós mesmos?

O que estou fazendo de mim mesma? Eu estou em constante transformação, em constante reflexão de “quem sou eu e qual é minha subjetividade”.

Todos os dias é uma luta constante para tentar compreender qual o sentido de minha existência nesse mundo.

 Principais obras:

História da loucura na Idade Clássica (1961)

Vigiar e Punir (1975)

História da Sexualidade (1976)

Obra pesquisada para escrever essa crônica:

Sociologia e Educação, de Alonso Bezerra de Carvalho e Wilton Carlos Lima da Silva. Editora Avercamp.


 

Eu choro… Mas no final sempre me divirto, rindo de mim mesma!

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Eu fui educada em um ambiente bastante ambíguo e hipócrita. Mas isso não foi privilégio somente meu, somos todas frutos dessa sociedade que nos mostrou que deveríamos ser “mulheres vencedoras e bem empregadas”, porém deveríamos nos dar ao respeito porque os homens iriam até tolerar sermos bem sucedidas… Mas deveríamos preservar nossa virgindade para ter um bom casamento.

Após 40 anos de vida, ainda luto para me desvincular desse paradigma em que fui criada. Luto com essa mulherzinha que tem dentro de mim, que ainda está vinculada a procura do amor perfeito e verdadeiro do casamento.

Mesmo sendo praticante do BDSM e de ter entrado no mundo liberal do swing, o fantasma dessa imposição social ainda me assombra. Toda vez que tenho que usar aquela aliança de camelô para fingir ser casada dentro do ambiente de swing, é uma facada em meu coração – sou moeda de troca. Sei que isso faz parte do jogo BDSM que foi acordado entre mim e meu Mestre, e até deve ser prazeroso para ele me ver nesse impasse, mas não posso negar que machuca muito.

Eu acredito na união entre duas pessoas. Acredito tanto nessa união, que estou lutando há dois anos por um relacionamento BDSM. Estou lutando novamente para ser feliz e ao mesmo tempo caindo em contradição e me deixando levar pela frustração de não ter tido relacionamentos bem sucedidos. Eu pensava que esse relacionamento BDSM fosse a chave para ser feliz, que seria um contrato amoroso bem diferente dos outros, que finalmente eu teria encontrado o pote de ouro no final do arco-íris. Mas não existem potes de ouro no final de arco-íris.

O meu objeto de desejo mudou, mas o foco ainda é o mesmo: A busca pelo amor verdadeiro. Mas lembra que eu disse no começo? Que os homens até tolerariam mulheres bem sucedidas, mas não as promiscuas… Então algo fica no ar: sou liberal de mais para encontrar o amor verdadeiro, esse amor só está predestinado para as mulherzinhas… Para mim, apenas os prazer da carne.

Eu deveria ficar feliz por isso?

Sim!

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Credito dos filmes:

Gremlins, Joe Dante - 1984

O Iluminado,  Stanley Kubrick – 1980

Psicose, Alfred Hitchcock – 1960

A imagem do casal eu não sei a que filme se refere… Quem souber deixe recado no comentário.

Malévola

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Ir ao shopping para ir ao cinema é quase um ritual. Primeiro comprar o ingresso e depois comer temakis… Salmão cru com arroz e outro de camarão. Depois a constatação de que chocolates nas lojas americanas é bem mais barato do que comprar na loja do cinema – Fato. Fiquei chateada pois a única loja de livros do shopping fechou suas portas, fiquei sem comprar o ultimo livro das Crônicas de gelo e fogo - A Dança dos Dragões. Enfim fui para a sala de cinema assistir ao filme Malévola. Não me decepcionou, é um filme sobre mulheres e de como elas podem se entregar ao amor, sofrer, clamar por vingança e se arrepender. É um filme sobre mulheres fortes e que podem comandar.

fiz uma constatação: As vezes o amor dos homens é estranho e perigoso, eles se aproximam para arrancar nossas asas.

Se eu continuar, vou falar sobre o filme todo… Ai vai estragar a surpresa de quem for assistir.

é um filme que eu recomendo!

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Mãos Dadas

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Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.

Carlos Drummond de Andrade

Big Tits & Tentacles

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Já fiz um post aqui sobre Hentais, aqueles desenhos pornôs japoneses.

Mas hoje o que estou mais especificando são os filmes ou desenhos com um fetiche específico: A cephalophilia –  tesão por polvos.

Encontrei umas gravuras Shungas, muito apreciadas no Japão nos séculos anteriores, mas ainda não estava satisfeita.

Pedi ajuda para um amigo, o Cesar que escreve um blog bem legal sobre filmes e afins o http://shedemonszine.blogspot.com.br/ , e ele me falou que o “apelido” desse tipo de filme é Big Tits & Tentacles.

Das fantasias orientais essa eu acho a mais delirante, ter um polvo te possuindo…

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