Preguiça!

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Tô com preguiça de escrever, estou um pouco deprimida.

Mas julho é um mês difícil!

Mas logo eu volto ao normal de minha loucura!

Não que eu não tenha feito umas loucuras nesses últimos dias, eu só não contei!

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Rótulos

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Qual é o seu rótulo?

Dominadora/Dominador?

Submissa/Submisso?

Alguns vão até me criticar porque escrevi submisso com letra maiúscula.

Não existe rótulo, existem momentos. Talvez exista momentos que você não quer viver 24hs em uma relação D/s. Talvez você só queira sessões avulsas, sem comprometimento. Em outros momentos você nem vai querer mais viver no mundinho BDSM porque está mais preocupado com outras coisas.

Não acredito em rótulos, eu acredito em coerência. Acredito na honestidade consigo e com os outros. Principalmente ser honesto com os outros!

Hoje quando algum Dominador se aproxima de mim com intenção de ter uma relação de obediência total, entrega e blá blá blá, deixo bem claro que não estou nesse momento, não quero me entregar, não quero obedecer. Ainda não encontrei uma pessoa que tenho vontade de me jogar aos pés e viver BDSM com total intensidade. Já tive essa vontade e devo confessar que ainda tenho esperanças de que um dia encontrarei alguém para viver isso. Mas agora não!

Essa é uma das imagens que mais amo!

tumblr_n6jr1rI5WE1tb2gr7o1_500Mas hoje não estou nesse momento.

 

Eu te machuco.

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“Você é o barco, eu sou o capitão

Para onde deve ir então esta viagem?

No espelho vejo o seu rosto

Você me ama, porque eu não te amo

Eu te machuco, eu não tenho pena

Isso é bom pra você, ouçam como grita”

Ich Tu Dir Weh – Rammstein

Então ele pegou o presente e entrou em seu carro. Era um dia especial para sua submissa, ela havia marcado o dia quem que se encontraram pela primeira vez. Ele não ligava muito para datas, mal se lembrava de seu próprio aniversário.

O presente não era exatamente um presente. Ele a fez comprar, ele escolheu e ela comprou. Haviam adquirido a lingerie um ano atrás e ela nem ao menos sabia a cor da peça. Não foi intencional, mas serviu para seu propósito. Não gostava de comprar presentes para suas submissas, presentes criam vínculos e ele não desejava isso. Seu propósito era ter uma mulher suficientemente envolvida para fazer tudo por ele, sem questionar ou reclamar. Não tinha tempo para relacionamentos, vivia viajando e seu trabalho era muito mais importante. Uma vez ela lhe disse: “se fosse tão apaixonado por mim, quanto é pelo seu trabalho…” Ela tinha razão e às vezes tinha pena de sua submissa, assim tão apaixonada.

A principio ela caiu como uma luva: mansa, dócil e manipulável. Mudou um pouco, passou a questionar algumas coisas, brigar e ser arredia. Teve que dar um tratamento de choque e durante seis meses não lhe dirigiu a palavra. Foi bom ficar longe e desintoxicar de seu amor, até seus relatos chorões parou de ler.

Estava indo ao encontro, mas sua mente estava em outro lugar: seu trabalho, depois sua cama, descansar. Queria ter dado uma desculpa para não ir, como “o carro quebrou cadelinha!”; “nossa! Você nem imagina o que aconteceu…”. Por fim também teve preguiça de bolar uma desculpa e foi.

Não a amava, no sentido romântico da palavra e nem em outro sentido também. O que lhe dava prazer era manipulá-la, seu domínio e seu controle sob ela, beber suas lágrimas! Era um monstro! Dizia a si mesmo. Mas a cadela amava o monstro. Uma cadela sempre ama seu Dono. Às vezes ela lhe dizia que eram a bela e a fera, mas o que ela não sabia é que a besta fera do conto infantil era mais humana.

Chegando ao local do encontro, uma galeria da cidade pouco movimentada, estava ela lá esperando com toda paciência: bem maquiada, salto agulha – o mesmo de sempre – e um vestidinho preto ponta de estoque de alguma loja popular. Era bem esforçada para se vestir, apesar do pouco dinheiro. Era sim uma mulher atraente e muito inteligente – até demais para seu gosto –. Seu olhar arrogante com que o encarava lhe dava vontade de socá-la, sufocá-la, picar seu corpo e jogar aos tubarões. Apesar de tantas qualidades, não era o tipo de mulher que apresentaria aos pais. Uma vez havia deixado escapar que gostava de mulheres loiras e ela ingenuamente questionou do porquê estava com ela. Estavam no Brasil! Não se encontra loiras em qualquer esquina, a não ser no sul do país, mas não estava em seus planos morar por lá. Tentou se esquivar dizendo que era apenas um jogo para lhe provocar ciúmes, mas no fundo gostou de partir seu coração apaixonado.

Ela estava radiante! Era tão bom ser o centro da felicidade de alguém! Naquele momento sentia que poderia esmaga-la com os pés, joga-la na sarjeta e urinar em seu corpo que ela iria agradecer.

Beijaram-se, não como dois amantes, apenas um selinho sem muita intimidade. Andaram um pouco pela galeria, conversaram amenidade e depois uma discussão mais acalorada sobre a atual situação política do país. Falou sobre o presente, ela ficou maravilhada e seus olhos brilharam como dois faróis castanhos, tão lindos que ele quase se apaixonou.

Sabia que o desejo da submissa era um almoço romântico e terminar a tarde em seus braços em um motel qualquer. Tinha em mente algo diferente que envolvia motel, tirando a parte romântica. Não estava disposto a pagar por nada caro, afinal só iriam ficar poucas horas. Sugeriu então que fossem ao motel do primeiro encontro, aquele baratinho. Ela pensou que aquilo estava ligado a memoria afetiva, mas não! Era só prático. Era gostoso saborear sua felicidade, e submissas felizes não perturbam.

Levou-a para o quarto, sentiu seu nervosismo e angústia, pois na primeira vez havia feito ela desfilar somente de calcinha pela parte de fora do motel. Entregou-lhe o presente e mais uma vez foi agraciado por um sorriso luminoso… Ficava linda sorrindo.

Seus sentimentos eram ambíguos. Sentia algo, mas não sabia o quê exatamente, e por não saber traduzia isso como sentimento de posse. Às vezes dividia sua cadela com alguém, mas era para vê-la triste – sabia que isso a magoava!

Sentou-se na poltrona do quarto e ordenou que vestisse a lingerie. Ela voltou ao quarto tagarelando, então ele a olhou sem sorrir e perguntou: “Está esquecendo onde é seu lugar, cadela?”. Ela olhou assustada com os olhos castanhos arregalados… “volta e retorne aqui como uma cadela!” Deu meia volta e retornou de quatro, beijou os pés do Dono e pediu perdão. “Agora sim está se comportando como uma submissa”. Pegou seu queixo e levantou sua cabeça para que seus olhos se encontrassem e disse: “aprenda uma coisa… eu não sou seu namorado, não estou aqui para satisfazer um desejo seu! Estamos aqui porque EU quis! Você é minha submissa, não me decepcione”. Lágrimas rolaram de seus olhos, e uma gota caiu em seu sapato. Pegou-a pelos cabelos e a fez limpar com a língua. Ainda puxando seus cabelos ordenou que ela escolhesse uma palavra de segurança. Ela escolheu “uva”. Ainda de quatro ele a mandou virar, iria bater em seu traseiro voluptuoso com a sua cinta. Cada estalo, cada gemido da cadela uma sensação de poder lhe sua a cabeça, sentia seu membro enrijecer. Ordenou que tirasse a lingerie e não olhasse para trás. Continuou o spanking com mais força e agora utilizou a fivela. Sentia uma erupção dentro de si, os vergões e os gemidos de dor da cadela… “UVA” ela gemeu. Imediatamente ele parou.

Despiu-se, vestiu o preservativo e ainda por trás pisou em sua cabeça e a fez ficar com o rosto no chão. Visualizou aquele pedaço de carne empinado, meteu em seu buraco de uma vez só, sem lubrificação. Ela gritou de dor e susto e se contraiu. Ele a puxou pelos cabelos novamente e gritou: “Não se mexa cadela!”. Voltou a meter em seu buraco, tirando e metendo de uma vez só. Não havia interesse em meter em sua vagina naquele momento, talvez em nenhum momento. Continuou nesse vai e vem sádico até o “quase gozar”, parou, tirou o preservativo. Ficou na frete da cadela que ameaçou levantar o olhar, nesse momento um tapa estalou: “não olhe para mim, cadela!”. Continuou puxando seus cabelos e fodendo sua boca até gozar.

Ele sabia que era uma pessoa fria e calculista, não tinha nenhum orgulho disso e fazia de tudo para mascarar sua verdadeira personalidade. Sua preocupação com as aparências era enorme. Aquele momento com a cadela era único! Não precisava usar máscaras, não precisava fingir, era ele mesmo. Sabia que ela gostava de sua insanidade, mas como qualquer relacionamento doentio teria um fim. Ela seria muito mais feliz sem ele, porém ele não saberia viver sem ela.

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Agradecimentos: quero agradecer algumas pessoas que me ajudaram de alguma forma para realização desse conto. Primeiro agradeço a LG, minha amiga de longa data que vem me apoiando e incentivando. ela é a primeira pessoa que lê o que escrevo. Agradeço também MM, amiga nova que já está me ajudando na correção dos textos. JC, um amigo que me expira muito, adoro ler seus textos… Também agradeço “aquele que não devo nomear”, aquele que eu amei de uma forma tão peculiar. Existem pessoas que são tão marcantes em nossas vidas, que mesmo nos afastando elas continuam pairando em nossas vidas.

Eu te machuco o nome do conto, foi inspirado na música da banda alemã Rammstein. A música dá o tom para o conto… Eu te machuco, você me ama porque não te amo é exatamente o sentimento que desejo passar.

BDSM e tretas!

Pegue a pipoca!

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BDSM sempre dá uma treta, e eu as vezes entro em uma. A treta da vez é SEXO e BDSM.

Muitos Dominadores dizem que BDSM não é sexo, ou não tem sexo. Talvez isso aconteça pelo fato de muitas pessoas buscarem o BDSM somente para um sexo apimentado. Ai, falar que BDSM não é sexo dá uma cara de seriedade. Eu penso que não precisamos ser assim tão “ferro e fogo”. Dá para ter sexo em uma cena BDSM, por exemplo o Rape Play que são jogos de estupro consentido.

Quando submissa e Dono são casados, com certeza em algum momento o sexo vai rolar, pelo menos eu espero. Quando uma submissa encontra seu Dono esporadicamente, nos encontros pode rolar sexo ou não dependendo do que combinarem. Dentro do combinado pode rolar qualquer coisa! O que não dá pra fazer é ficar ditando regras, carregar o baluarte do “BDSM Verdadeiro”. Sempre desconfio de pessoas que fazem isso.

Imagine você em uma relação BDSM em que o Dominador nunca – Eu DISSE NUNCA – transe com você (pelo menos com você, não). Ele a convence que BDSM não é  sexo fácil (que chato). Não lhe é permitido um relacionamento baunilha, ai você só encontra com seu Dono quando acontece um alinhamento de planetas… Ai quando vocês se encontram só rola uma sessão, ele se masturba, goza e você nada! Não acho isso muito justo, nada justo! Eu prefiro ter um relacionamento BDSM com sexo, é bem mais gostoso. Pode ser que cadela e Dono combinem que naquele dia não vai rolar penetração, mas é diferente de ser privada de sexo. Privação de sexo também é uma prática BDSM – eu disse prática! Não confunda com regra!

Me perdoem dominadores, mas suas práticas (BDSM) não serão mais verdadeiras só porque vocês não transam com suas submissas!

Para você…

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Conselho
Almir Guineto

Deixe de lado esse baixo astral,
Erga a cabeça enfrente o mal,
Que agindo assim será vital
Para o seu coração.
É que em cada experiência
Se aprende uma lição.
Eu já sofri por amar assim,
Me dediquei, mas foi tudo em vão.

Pra que se lamentar
Se em sua vida pode encontrar
Quem te ame com toda força e ardor?
Assim sucumbirá a dor (tem que lutar).

Tem que lutar, não se abater
E só se entregar a quem te merecer.
Não estou dando nem vendendo,
Como o ditado diz.
O meu conselho é pra te ver feliz.

Para você que está precisando… É você mesma amiga!


 

BDSM, tarefas não cumpridas e realizações.

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Como realizar fantasias sexuais?

Precisa ter tempo, disposição e muita coragem! Conhecer as pessoas certas também é importante.

Cinco meses atrás eu conheci o Grupo Liberais SP e desde então tive oportunidade de realizar muitas fantasias. Sexo grupal, gang bang e até um ménage.

E eu penso que tudo deve acontecer de forma natural e sem preocupações. O desejo deve ser da pessoa ou do casal, caso contrário vira uma obrigação. Você não precisa provar nada para ninguém, seus desejos são seus e de mais ninguém.

Não tenho atração por mulheres e isso não é novidade, então foi muito difícil o período em que virou uma obrigação encontrar uma mulher para realizar uma tarefa… Ops, como assim? Tarefa? Eu estava em um relacionamento BDSM e me foi lançado esse desafio.

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Era tipo assim, jogos mortais BDSM.

Não… pera… Tô exagerando!

Não era bem jogos mortais, mas foi bem angustiante. Foi uma situação diferente, mas vocês podem já imaginar que não rolou.

A vida já é uma constante pressão, imagine que até no momento que você pensa que vai se divertir, vem mais pressão. Então o que começou como um sonho, já estava predestinado ao fracasso.

Eu confio muito no equilíbrio, as coisas em nossa vida devem ser desafiadoras, porém quando se tornam muito difíceis deixam de ser pedagógicas e passa a ser injustas.

Esse final de semana eu rompi uma barreira em mim e consegui realizar um ménage que eu fiz com prazer e vontade. Eu, M e uma moça. Já havia transado com M e gostei muito, temos muita afinidade na cama, um encaixe que está perto da perfeição. A mulher que vou chamar de X, é casada e o marido só gosta de observar. Estávamos o três em uma das camas, a outra estava ocupada com outra orgia. Naturalmente eu procurei participar da brincadeira sexual… Beijos, caricias, lambidas e M transando com X e eu a excitando com língua e dedos.

Não estou dizendo que foi errado ter sido desafiada e colocada à prova. Eu só não fui competente naquele momento para realizar a tarefa que me foi dada e não me sentia à vontade, meus sentimentos atrapalharam e não estava amadurecida suficientemente.

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Muito amor, meu brinquedinho…

Só esperando um momento especial, com alguém especial. Talvez fique guardado por muito tempo…

Perguntas…

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Um belo dia (não tão belo assim) li uma pergunta em um grupo de uma determinada rede social:

“Sou obrigada a engolir porra de meu Dono se ele ordenar?”

Como assim? Ser obrigada? Não, você não é obrigada a nada!

Você sabe que engolir fluidos corporais pode transmitir doenças, então…

Eu já fui uma pessoa muito negligente comigo mesma e já fiz muita besteira, poderia ter uma doença hoje, poderia ter me machucado fisicamente. Eu tive muita sorte! E meu problema foi justamente esse: o de achar que deveria fazer tudo sem contestar. Eu me enganei achando que estava praticando o verdadeiro BDSM! Verdadeiro? O que é verdadeiro? Até hoje não descobri!

Desconfie sempre! Desconfie até o ultimo suspiro. Sua vida, sua integridade física e emocional estão em jogo.

Obrigada, de nada!

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Então amiguinhas, no post de hoje aprendemos que engolir porra não é obrigação… E se o Dominador encher o saco se manda ele engolir!

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