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Será um dia muito especial, o Dono levará sua cadelinha para passear. Ela está muito feliz, será a primeira vez que irão fazer um passeio assim: Hopi Hari. Ela não gosta muito de parques, tinha medo dos brinquedos, mas pelo Dono faria tudo. Ele ordenou: “Coloque um vestido leve e transparente, cadelinha! E como sempre, não quero nada por baixo.” Ela escolheu um vestido branco com detalhes de florzinhas; nos pés foi uma das poucas vezes que colocou uma rasteirinha para andar ao lado de seu Mestre, ele gostava que ela usasse saltos bem altos, 15 centímetros para cima. Mas era uma situação que não combinaria salto alto.

Eles se encontraram no centro da cidade, ela radiante de felicidade, Ele como sempre discreto e impecável… Camisa pólo, calça jeans e tênis. Ele adorava sua posse, sua cadela, somente dele. Ao lado dela, suas dores desapareciam e sua vida ficava mais leve. O dono olhou sua posse de cima a baixo e duvidou da transparência do vestido, a cadelinha entendeu o olhar de duvida do Dono e tratou de tranqüilizá-lo: “É transparente sim SR!” Ele sorriu e a abraçou, tocou em suas nádegas discretamente e lhe deu um beijo suave nos lábios… “Boa menina! Minha cadelinha”.

Entraram no carro, antes de partir ela não perdeu a oportunidade de sentar no colo de se Dono e dar um beijo, profundo daqueles que engolem até a alma. Ele adorava os seus beijos, gostava de uma cadela sedenta. Ela voltou para o banco sorrindo e ele ordenou: “cadela! Vá lá para o banco de trás, ajoelhe-se no assoalho tire seu vestido e encaixe sua bunda entre os bancos da frente.” Ela teve que ficar de um jeito bem desconfortável, mas sabia que não podia reclamar, ele queria, ele teria!

Ele trouxe as bolinhas tailandesas que haviam comprado, a cadela treinava pomponar, ele adorava ter o pênis sugado e mordiscado por sua vagina quente e pulsante, só de pensar começou a ficar ereto.

Ela ficou pedindo aos deuses que ninguém reparasse na sena, os motoristas e passageiros de ônibus poderiam ver. A cadela ousou falar ao Dono o medo de ser vista, ele riu e disse: “Quer que eu abra as janelas de traz?” ela só conseguiu responder um medroso “não”.

Ele achou delicioso o medo da cadela, o cheiro dela ficava melhor assim…com medo! Mas ele sabia que ninguém iria ver, pois os vidros de trás eram levemente mais escuros, ele já tinha feito isso de propósito. Ela ficou ali, ajoelhada com medo e bem desconfortável, Ele parou no primeiro semáforo e introduziu a primeira bolinha, a segunda e a terceira. Ela gemia de prazer e receio de alguém ver, na verdade estava mais com vergonha e medo do que sentindo prazer, ela teve vontade de chorar, mas sabia que seria pior então engoliu o choro e se portou como uma cadela, a cadela de seu Dono!

Quando Ele introduziu todas as bolinhas, ordenou que as expelisse usando sua técnica de pomponar, ela se concentrou ao máximo, aquilo era muito bom… Até se esqueceu da vergonha, esqueceu que estava desconfortável, se esqueceu de tudo e foi expelindo bolinha por bolinha. Ele pousou a mão em sua vulva quente e macia, acariciou sua posse. Ele ordenou que se vestisse e voltasse para o banco, foram para o parque, pois a brincadeira só estava começando.

Os dois divertiram-se muito, conversaram sobre muitas coisas, riram um do outro. Ela era submissa, mas não significava que era ignorante, pelo contrário era muito inteligente, esperta e bem humorada. Ele estava encantado por sua cadelinha: submissa, totalmente entregue a Ele, deliciosamente masoquista e estava moldando-a da forma que queria. Ela era forte como um bambu, Ele a dobraria como quisesse e ela não se quebraria.

Foram aos brinquedos com água várias vezes, ele a queria totalmente molhada e transparente. Os homens a olhavam com desejo, ela sentia os olhares e gostava… Como gostava! Ele adorava exibi-la assim.

Eles andaram pelo parque, foram em outros brinquedos até o vestido da cadela secar. Antes de irem almoçar, a cadelinha pediu ao Dono para entrarem na roda gigante, ela teve uma ideia. Ele atendeu ao pedido da sua menina e foram para a fila, então ela disse: “Temos que entrar sozinhos na cabine, SR”. O brinquedo não tinha muita fila, então foi fácil conseguir uma cabine só dos dois. Chegando lá no alto, Ele teve uma grande surpresa, ela tirou o vestido e ficou nua em pelos. Ele sorriu, a puxou para si e a beijou, torceu os bicos dos seus seios, ela gemeu de dor e prazer. Eles viveram cada momento com muita intensidade e ao descerem foram almoçar, mas já estavam alimentados um do outro e felizes como nunca: Dono e cadelinha.

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