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Eu não sou escritora. Ou sou? Estou ainda tentando me definir.

Eu escrevo aquilo que vivo e sinto dentro do contexto BDSM.

Anne Rice não precisou encontrar vampiros para escrever romances sobre eles, e nenhuma escritora precisou encontrar o príncipe ou o Dominador encantado para escrever sobre uma tórrida noite de sessão e amor. Não estou dizendo isso porque não tenho auto-estima, ou porque me acho inferior a outras mulheres que escrevem contos super eróticos de molhar a calcinha. Eu gostaria de escrever assim também, não acredito em “dons especiais para alguma coisa”, penso que se eu treinasse bastante até conseguiria escrever algo bom.

Mas eu estou muito preocupada em fazer outras coisas, estou me dedicando para minha entrega como submissa e isso me consome muita energia.

Tem outro ponto também, gosto de escrever crônicas, sou mais cronista do que contista… Existe essa palavra? Contista?

Gosto de escrever assim, desta forma… Sobre o cotidiano, sobre o que penso e o que me faz feliz ou triste.

Uma amiga veio me perguntar por que não escrevo “fanfic” de alguma história futurista envolvendo erotismo, já que gosto de Star wars… Que preguiça! Inventar uma história, futurista, carros voadores, um clube BDSM onde você entra em uma cabine e tem sessões virtuais… ops! Facebook melhorado? Interessante isso.

Vou pensar sobre o assunto.

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Talvez Paolo Serpieri e sua belissíma Druuna pudessem me influenciar em histórias futuristas com sexo… Druuna transa com todo tipo de seres esquisitos. Essas histórias me chamam a atenção!