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“Esse conto não é baseado em uma história real. Minha mente está fértil no momento, e estou parindo desejos.”

Penso que ninguém em sã consciência gosta de ver um amigo sofrendo. Eu não gosto, quero meus amigos sempre perto de mim, todos bem e com saúde.

Infelizmente alguns acidentes ocorrem, são coisas da vida. E nesses momentos difíceis, é bom ter um amigo para dar uma força.

Acordei cedo naquele dia para ir ao médico, como meu celular estava sem bateria acabei deixando em casa. Quando voltei da consulta, estava lá o recado no whats de meu amigo: caí e me machuquei. Não achei que fosse grave, mas foi! quebrou a bacia machucou os joelhos e passou por uma cirurgia. Infelizmente terá que ficar de molho  e nosso encontros não poderão acontecer por um tempo… Que pena!

Mas… (esse mas é muito diabólico) eu poderia ir visitá-lo, e foi o que eu fiz. Não seria uma visita qualquer, eu estava mirabolando em minha mente algo bem especial. Alguns dias depois que ele voltou do hospital, enviei um recado: “posso ir te visitar?” ele: “Lógico que sim! Eu estou precisando de alguém pra conversar, ao vivo!”. Combinamos que eu iria sábado.

No dia combinado, levantei as 8 horas da manhã. Um dia típico de inverno, sol fraco e vento gelado… Bem convidativo para permanecer na cama. Tomei meu café e coloquei a casa em ordem. Fui para o chuveiro tomei um banho demorado e me vesti: uma blusa caxarrel e outra de lã por cima, meia calça 7/8 com cinta liga, mini saia e uma bota over knee. De minha cidade até a de meu amigo não é longe, porém como não dirijo eu iria pegar ônibus, trem e mais outro ônibus, então não poderia sair muito tarde de casa. A viagem seria um pouco cansativa, mas valeria a pena!

Fazia algum tempo que não nos víamos e eu estava ansiosa.

Da rodoviária até a casa dele era perto, ele havia me dito, porém como não sabia direito o caminho, chamei um táxi. Mandei um recado pelo whats dizendo que estava chegando. Sua mãe me recebeu no portão com sorriso no rosto, mas com ar de preocupada. Conversamos algumas amenidades e entramos na casa.

Meu amigo estava em seu quarto, totalmente de repouso. Estava com a aparência desanimada, mas tentou esboçar um sorriso. Entendi que ele estava passando por um momento bastante difícil e estava determinada a deixar seu dia um pouco mais feliz.

Sentei ao seu lado na cama, beijei seu rosto, perguntei como estava. Ele disse que estava sentindo dores, mas estava se recuperando bem. Sua mãe voltou ao quarto trazendo uma cadeira e disse que iria preparar um café.

Ficamos sozinhos, olhei para ele e dei aquele sorriso de canto de boca. Ele olhou para mim e perguntou: “O que tá aprontando em?” Puxei a cadeira mais próximo da cama, perto da cabeceira  e sentei. Olhando bem para ele, comecei a abrir as pernas. Percebi que seu olhos foram abaixando até minhas coxas, ele voltou a me encarar: “Está sem calcinha, sua safada!” Dei uma gargalhada e disse:”achou que viria aqui te ver e não ia preparar uma safadezinha?” Abri mais um pouco as pernas e coloquei um dos pés na beira da cama. Ele não acreditou, esticou o braço e me tocou. Passou de leve o dedo em minha buceta que já estava molhada. Continuou com o dedo, olhando pra mim e me chamando de safada. Ouvi um barulho no lado de fora do quarto e me endireitei na cadeira. A mãe de meu amigo entrou no quarto com a bandeja de café. Deixou a bandeja ali e saiu novamente. Tomei um pouco do café e voltei a me sentar. Meu amigo voltou a me masturbar e eu acabei gozando. Tirei de minha bolsa um pequeno pacote e entreguei a ele. Em quanto isso, voltei a sentar ao seu lado e tirei a blusa de lã. Levantei a caxarrel… estava sem sutiã. Ele pegou o bico de meus seios e torceu, me assustei com a dor, mas não podia gritar. Me debrucei sobre ele e nos beijamos, pedi para que ele abrisse o pacotinho e lá de dentro ele retirou os clamps. Olhou para mim com cara de desejo e sussurrou em meu ouvido: “como você consegue ser tão puta”. Ele sabe que eu gosto de ouvir isso! E como gosto! Colocou os grampos em meus seios e meu beijou novamente, eu levantei um pouco a sua blusa e comecei a cheira-lo. Isso me exita, sentir o cheiro da pele e lamber… senti o cheiro de suas axilas e lambi. Ele puxava os grampos em meus seios e eu gemia de dor e prazer. Em seu ápice de prazer, puxou meu cabelo bateu em meu rosto com a palma da mão e me chamou de vadia… “sou sua vadia” respondi. Ele ordenou que eu continuasse com os clamps, então ajeitei a blusa e coloquei novamente a blusa de lã. Peguei a bandeja com as xícaras e levei-as para a cozinha. A mãe de meu amigo estava preparando o almoço. Conversamos um pouco e voltei para o quarto. Ele havia pego o celular, mandou que eu me sentasse novamente e abrisse as pernas que iria me filmar. Fui uma boa menina e fiz o que ele ordenava. Depois que terminou, sentei novamente ao seu lado e durante nossa conversa ele colocava uma das mãos por baixo de minha blusa e puxava a corrente dos clamps me causando a dor que eu amava. Depois do almoço, jogamos conversa fora e rimos. Foi um dia bastante agradável, com certeza meu amigo gostou muito. Como sua recuperação será um pouco lenta, talvez eu volte a visita-lo, só para deixa-lo feliz!

Amigos são especiais, mas alguns a gente guarda fundo no coração e por eles fazemos algumas pequenas loucuras…