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Ele a pegou na rodoviária, já esperava muito tempo por isso. Muito trabalho, incidentes não permitiu que se vissem desde a primeira vez.

Ela estava ansiosa, louca de desejo, pulsando de tesão. Sonhava com esse momento e acordava de madrugada, chorando e gozando, nem seu dedo podia usar, estava proibida disso, seu corpo somente a Ele pertencia.

Olharam se nos olhos e sorriram um para o outro. Se pudesse ela o agarraria ali mesmo.

Foram para o carro, estava em um estacionamento ali próximo, um lugar estratégico, escuro… Bem discreto.

Ele estava com alguns brinquedinhos, ela trouxe alguns pregadores, umas camisinhas e muito desejo. A brincadeira iria começar ali no carro, no estacionamento escuro.

Ela estava vestida com um macacão bege claro, como sempre sem nada por baixo, Ele não permitia que usasse… ”Nada de calcinha”, dizia. Nos pés uma sandália preta salto quinze. Ela sabia o que fazer quando entrasse no carro, Ele nem precisaria dizer. Então já foi tirando a roupa só ficou com as sandálias. Pegou sua bolsa e tirou os pregadores de plástico coloridos, iria ficar lindo em seus seios, e ia doer muito já que seus seios são as partes mais sensíveis de seu corpo. Ele sabia disso e fez questão de torcer, puxar e bater. Só os gemidos de dor e prazer ecoavam dentro do carro, nada precisava ser dito.

Ele tirou o plug de dentro de sua mochila, e disse: “Ficará plugada agora” ela olhou um pouco assustada, esse plug era maior do que o outro maior do que o seu rabo de coelho, o maior que já tinha visto. Mas não teve coragem de questionar, virou-se e foi plugada. Gritou de dor, Ele perguntou: “Está doendo cadelinha?” ela respondeu: “muito SR”, Ele riu e disse: ”esse é o objetivo, lhe causar muita dor…” ela só conseguir rir, de prazer.

Naquele momento ela deixou toda sua timidez inicial de lado, deu um longo e ardente beijos em seu Dono, enquanto isso as mãos dela foram abaixando até o botão da calça Dele, pegou nas mãos o que desejava pos na boca e sugou com toda vontade. A cadela já sabia o que o dono gostava, então fez e engoliu até o talo, dessa vez sem engasgar. Sua vontade de sugar seu Dono era canina… Uma cadela sedenta. Mas ela não queria só sugar, queria meter também. Subiu no colo de seu Dono, ainda plugada, e o beijou mais, ele aproveitou os pregadores que estavam jogados por ali e colocou nos bicos dos seios da cadela. Ela gemia de dor… Ela pegou uma camisinha e colocou Nele, estava doida pra sentar e meter tudo. E foi o que fez, gemeu, o plug ardia em seu rabo e ela cavalgou o beijou mais, como se quisesse engoli-lo (e estava). Os pregadores foram aumentando em seus seios e a dor também… Gozou como nunca, gemeu, quase gritou dentro do carro. Ela não se conteve, pediu para que o Dono tirasse o plug e metesse ali, que fodesse seu cuzinho, ela chorou e implorou…”coma meu cuzinho, meu SR!! Por favor!” Sem dize nada ele tirou o plug, e a penetrou, ela gemeu e se deliciou com a penetração, gostava de sexo anal, gostava de dar o rabo, bem gostoso. Ela gozava loucamente, indo e vindo em seu Dono, rebolando, metendo… Ele massageava seu clitóris e pegou um dos pregadores dos seios e colocou ali, em seu grelho.

Aquele dia ela queria ser a vadia das vadias, uma verdadeira puta. Ela o beijou, ainda cavalgando, gozando loucamente, sorriu e disse: “não pode esquecer de alimentar sua cadela SR!!” Ele sorriu e entendeu o que ela pediu… e disse: então abra a boca, seu alimento será dado…ela saiu do colo dele, Ele tirou a camisinha e ela o sugou, seu gozo escorreu em sua boca, ela não perdeu nada e engoliu gota por gota. Agora sim, se sentia completa, uma puta, uma cadela, uma vadia, completa e alimentada.