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Bacanal é uma palavra derivada de Baco, deus romano do vinho, da fertilidade e também do teatro. Na Grécia é conhecido como Dionísio. As Bacanais (ou Dionisíacas) eram festas em louvor a Baco, regadas a bastante vinho e orgias.
 
Orgia é a prática sexual com diversas pessoas. Entende-se que isso possa ser considerado com 6 ou mais indivíduos, uma vez que com 3 convenciona-se chamar de ménage, com 4 swing, 5 swing com olheiro (voyeur).
 
tipos de Swing: 
  • Soft Swing – troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral, não há penetração.
  • Hard Swing – troca de parceiros com penetração.
Conforme a interação entre os participantes o swing pode ser:
  • Sexo no mesmo ambiente com bissexualismo (masculino ou feminino)
  • Sexo no mesmo ambiente com troca de carícias, sexo oral mas sem troca na penetração
  • Sexo no mesmo ambiente com troca na penetração
Conforme a orientação sexual dos participantes o swing pode ser:
MFFM
swing entre mulheres bissexuais e homens heterossexuais
MFMF
swing entre mulheres e homens heterossexuais
FMMF
swing entre mulheres hetossexuais e homens bissexuais
MMFF
swing entre mulheres e homens bissexuais
 
A melhor definição de swing é sexo social. O que pode levar ou não a troca de casais. Muitos casais principalmente iniciantes preferem sexo no mesmo ambiente sem a troca.
Os casais procuram essa prática normalmente para apimentar a relação. É uma roleta russa, pode dar certo e muitas vezes não. O diálogo é extremamente importante, para que nenhuma das partes se sinta magoada.
Minha experiencia com swing é muito ambígua. Eu sempre tive vontade de ir, mas em meu casamento baunilha não tive oportunidade de realizar essa fantasia. quando conheci meu Dono, como tarefa ele me deu a missão de encontrar uma mulher para realizar um ménage (fato que ainda não ocorreu). Algum tempo depois sugeri que fossemos a um clube swing. Foi bom, mas ao mesmo tempo fiquei bastante preocupada… Ele gostou. Disse para mim que havia gostado do ambiente, das pessoas. Realmente o ambiente é bem despretensioso, não tem ninguém querendo ser melhor que ninguém. Mas entendam: não sou casada com ele, não fomos lá para apimentar uma relação. Fomos por uma curiosidade minha, mas não contava que meu Dono fosse aceitar me ver transando com um outro homem. Aprendi que Dominadores são possessivos e dentro do meio BDSM isso é visto como falta de amor e respeito pela submissa. “Nunca deixaria outro usar o que é meu”, me disseram uma vez. 
Por alguns momentos duvidei da integridade de meu Dono, cheguei a pensar que ele não me queria como submissa – só me enganava. 
Hoje consigo entender algumas coisas – entender, mas isso não significa que aceito. Ainda sinto um nó na garganta e medo. 
Dentro do jogo de Dominação/submissão faço o que ele me manda.
Mas nem tudo são espinhos, acabei encontrando as rosas: a bissexualidade. Descobri que gostava de ficar com outras meninas e isso foi bom.
Não sei ainda onde esse caminho me leva, só vou saber quando chegar.
 
Os clubes
Até hoje só frequentei uma Casa Liberal. É uma boate como outra qualquer, com bar, DJ e pista de dança. Funciona de Domingo à domingo e cada noite é destinada a uma prática do swing. O show com os stripers acontece meia noite. 
Na parte de trás do clube é que fica a parte “liberal” da casa. Existe um “cubo” e em volta dele você pode dar voltas. Nesse “cubo” tem um corredor escuro, escuro mesmo com hole glorys e cabines para voyerismo, ainda no cubo tem algumas cabines grandes e pequenas. Ainda nessa área tem um quarto grande com cama especial para orgias e voyerismo. Ainda mais para o fundo tem o labirinto que também tem cabines e um sofá grande na parte central. Na parte superior tem mais cabines confessionários, do tipo que você pode dar uma espiadinha e também uma quarto com cama grande. 
As abordagens podem ocorrer com um toque, olhares e algumas vezes uma conversa inicial animada.
Nas ultimas vezes o clima não foi muito receptivo, os casais muitos deles curiosos não abriam espaço para uma abordagem. Gosto de ir quando tem noite do bi feminino, onde as mulheres costumam ficar mais receptivas e não reagem com agressividade aos toques. Algumas mulheres poderiam usar ferraduras no lugar de seus saltos, pois reagem com muita estupides a abordagem, com toques ou carícias. Educação é tudo! Apenas um não já seria suficiente…
 
Enfim essa são minhas impressões pessoais a respeito desse mundo liberal, Existem coisas que gosto, mas outras me incomodam. Ainda estou confusa.
 
200477529-002