BDSM na moda ou moda BDSM?

Fotos de Ellen Von Unwerth

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Herring & Herring viaja no fetiche Bondage.

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Foto de David La Chapelle:

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Foto de Guy Bourdin:

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Vogue:

Alemanha

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Paris:

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Espanha:

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Helmut Newton:

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Thiery Mugler fazendo releitura de Helmut Newton:

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Outros:

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Sobre a possessividade

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Parece ser bastante atraente o homem que Domina e além de tudo é possessivo. E foram muitas vezes que ouvi que essa é uma característica de um Dominador e que se o seu Dono não lhe trata como uma posse, não a pega pelos cabelos, joga na parede e diz: “você cadela minha, uga uga”… Ah! Esse não é Dominador não! Como já se viu não ter sentimentos possessivos pela sua cadela!

Esse sentimento existe, porque faz parte do jogo. Mas não podemos confundir a posse no BDSM, com o sentimento doentio de alguns relacionamentos baunilha.

Essa mistura pode gerar confusão e com o tempo desgasta o relacionamento D/s. Penso que nenhuma relação dure com esse tipo de sentimento exagerado, nem no BDSM.

Existem regras sim! Como submissa não sou mais dona de mim, devo satisfações aquele que chamo de Dono. Em nosso contrato, acordamos que não teria outros relacionamentos, que minha dedicação seria exclusiva a Ele… Sou monogâmica assumida! Também foi acordado que não haveria empréstimo para outros Dominadores. Mas isso não foi imposto, nem minha monogamia foi imposta como uma obrigação, eu quis assim. Da parte dele também, não existe outro relacionamento e então a dedicação dele também é só a mim.

Com o passar dos meses surgiu à necessidade de experimentar outras sensações e o swing foi algo que eu introduzi, pedindo a ele que fossemos em uma balada liberal. Para ambos seria uma grande novidade, um exercício de dispor de nossos sentimentos de posse e ciúmes.

E para mim foi muito mais difícil, acabei me revelando muito mais ciumenta e chata. Me rebelei várias vezes, não aceitei meu treinamento. Eu me rebelei porque em minha visão, ele não iria gostar de me ver com outro homem. Me senti até decepcionada, Não era a aceitação tranqüila que eu esperava. Outras vezes fomos as baladas liberais, não é fácil para mim… Talvez não seja fácil para Ele. Até hoje só pensei que esse fosse apenas um treinamento unilateral, até hoje nunca passou pela minha cabeça que pode ser um treinamento para Ele também. Não conheço os sentimentos de meu Dono profundamente como ele conhece os meus, eu só posso imaginar e pressupor.

Os relacionamentos devem ter como base a confiança e não o sentimento de posse. A posse como alicerce pode ser até seguro no começo, nos sentimos protegidas e amadas… Mas não é um amor puro. Confiança e respeito, esses sim fazem parte de um alicerce seguro e firme para manter um relacionamento duradouro.

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Escolhas

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Ela estava na rua, tinha ido a faculdade assistir a uma palestra. Parou na faixa de pedestre esperando o sinal abrir para ela. Estava com um vestido vaporoso, amarelo que contratava com sua pele morena e bronzeada… Dava até para ver as marquinhas da parte de cima do biquíni. Estava bem à vontade, estava calor… A rasteirinha bege completava o visual. No rosto somente um batom rosa e o lápis delineando os olhos castanhos cor de mel.

Ao seu lado, ele parou, a olhou de cima a baixo…ela sentiu os olhares sorriu, ficou vermelha. Os olhos deles eram gulosos, a deixava sem jeito, ele foi ousado e resolveu dizer: “Você é linda, sabia?” ela congelou, olhou novamente para o homem, não sabia o que dizer, apenas riu alto e ficou mais envergonhada ainda. Quando o sinal abriu para os dois passarem, ele a acompanhou, não ia naquela direção, mas na atual situação resolveu não perder oportunidade. Ela fingia que não estava ligando, mas no fundo estava adorando e perguntou: “vai me seguir?” e ele: “vou sim, vamos tomar alguma coisa?” ela se assustou, olhou para o homem de rosto atraente, não muito bonito, mas charmoso. Se ela colocasse um salto bem alto ele ficaria uns centímetros mais baixo que ela. Agora ela prestou mais atenção, e parecia ser um homem delicioso.

Eles foram andando e a conversa já estava bem animada, ela é engraçada e de riso fácil, tem sempre algo voluntarioso na ponta da língua, aguçada e astuta. Cada minuto ele ficava mais atraído por aquela mulher, nunca tinha abordado ninguém assim, mas diante das circunstâncias não resistiu.

Ele insistiu mais uma vez para que fossem tomar alguma coisa… enfim ela aceitou. Ela indicou um barzinho próximo da faculdade, gostava de ir lá, tinha um cerveja boa de trigo, mas dessa vez não iria beber estava com a pressão um pouco alta. Ele falou que não bebia álcool também, então resolveram de comum acordo tomar uma coca cola bem gelada.

Entraram no bar e pediram a coca cola com gelo e limão. A conversa foi fluindo, descobriram que tinham muitas coisas em comum: música, cinema, teatro…ele até gostava de musicais!

A cada momento os dois ficavam mais curiosos e atraídos um pelo outro. Ela, por um momento, até se esqueceu que não era como as outras mulheres, que não gostava de coisas simples, que vivia em um mundo paralelo e que poucas pessoas sabiam disso, era uma submissa uma cadela e tinha Dono. Mas o celular vibrou e aquela mensagem a fez lembrar quem era e a quem pertencia. Seu Dono, nunca lhe mandava mensagens, poucas vezes tinha ligado, mas sempre se falavam pelo skype ou pelo MSN. Mas aquele dia mandou uma mensagem: “O que está aprontando, Cadelinha?” ficou assustada, olhou para os lados a procura Dele, logicamente ele não estava ali, mas estava em um local que seria difícil arrancar: em sua alma.

Ele não percebeu o terror em seu rosto, estava muito excitado, então pediu para que ela fosse ao banheiro e tirasse a calcinha e lhe desse de presente. Esse pedido a fez cair em si, lembrou que não usava mais calcinha a um bom tempo, desde que se tornou de seu Dono há um mês. Quase falou que não usava, pois o Dono não permitia, mas lembrou que iria ter que dar muitas explicações… Simplesmente falou não. Ele pediu desculpas e disse que tinha sido muito ousado pedindo aqui a ela, realmente nunca tinha feito aquilo. Ela despertava nele desejos que nunca tinha tido antes, queria levá-la para algum lugar e transar com ela a tarde toda…

Outra mensagem do Dono, a fez levantar e se despedir do homem atraente… Precisava ir embora, não podia deixar aquilo se estender por mais tempo. Antes de saírem ele deixou seu cartão, e disse para ela ligar, quase implorou. Ela saiu com o cartão nas mãos, olhando.

Ela tinha escolhido um caminho, não era fácil. Ele a permitiria ter outros relacionamentos, mas ela não queria e tinham conversado sobre isso. Ela não conseguia se dividir, iria se dedicar ao Dono completamente, iria se entregar completamente… Seu corpo e sua alma eram dele, não havia espaço para outros em sua vida.

Agora ficou imaginando o que teria feito se não tivesse recebido a mensagem… Riu sozinha, alto. As pessoas a olhavam sem entender, mas ela não estava nem ai. Jogou o cartão com o telefone do homem atraente que nunca mais veria no lixo, e pensou em sugerir um cinto de castidade ao Dono de sua vida, seu corpo e sua alma.

 

Vamos?

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Vamos nos deixar levar, vamos nos entregar…
A química, já existe…já estamos até resolvendo os problemas da física,
Então, porque não deixar que a vida faça o resto?
Vamos deixar que o destino complete o que foi traçado
Agora está em nossas mãos:
Ficar.
Vamos construir uma pequena história, uma crônica.
As poesias deixe comigo, as farei todas para o SR…
As poesias são as gotas da minha existência, todas serão para lhe agradar.
Meu corpo será o local onde escreverá as suas histórias, estou a sua disposição, escreva…
Cuida de mim, dobra-me.
Cuida de mim, Molde-me.
Serei sua dama, sua cadela, sua vadia!
Toda sua!

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Theda Bara

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Bara era uma das atrizes mais populares do cinema de sua era, além de ser um dos primeiros símbolo sexuais do cinema. Seus papéis de mulher fatal deram-lhe a alcunha de “vamp”, que logo transformou-se em termo popular para uma mulher de ares predatórios.

Theda Bara atuou em mais de 40 produções cinematográficas entre 1914 e 1926. As cópias completas de somente seis destas películas ainda existem.

Não faço a menor ideia de quando li ou ouvi falar de Theda Bara, mas a sua imagem me encantou imensamente. Uma mulher que estava a frente de seu tempo é inspiradora.

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A Fool There Was (1914) é o filme que fez Theda Bara uma estrela , criando o termo vamp para descrever uma mulher hipnoticamente sedutora , e cunhar a  famosa frase : Beije-me, meu idiota ! (muitas vezes mal interpretado como Beije-me , seu tolo ).

A idéia de uma mulher fatal – Vamp , são originários de uma época em que havia uma ansiedade crescente sobre a posição das mulheres na sociedade, quando questões sobre se as mulheres tinham o direito ao ensino superior, ao voto, ao divórcio, ou mesmo de fumar , foram altamente controversa.

Cuidarei de ti

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Venha que cuidarei de ti e serie a sua cadelinha!

Vou lhe acariciar o corpo e massagear suas costa quando estiver muito cansado.

Estarei a seu lado quando as coisas não estiverem muito boas, estarei a seu lado para comemorar suas vitórias!

Venha que eu lhe farei sorrir quando tudo a sua volta lhe fizer chorar.

Venha! Serei aquela que te deixará louco de desejo em possuir cada pedacinho de meu corpo. Abrirei mão de meus próprios desejos para lhe fazer feliz!

Venha e serei sua, toda sua, completamente sua!

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As dores

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Veio por trás

Abraçou-me e empurrou o plug, mais fundo que pode.

Contorcia-me, um misto de dor e prazer…

Quis gritar…

Sentia tua respiração

Eu ofegava…

Hoje, apenas as lembranças,

Da carne dolorida…

Alguns roxinhos na pele…

E a alma…

Essa, completamente curada!!

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Desejo

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Tenho um grande desejo…

Esse desejo envolve todo meu corpo e minha alma…

Quero lhe devorar!

Agarrar-me a teu corpo e beijar os teus lábios…

Eu lhe desejo, dentro de mim.

Sou uma cadelinha, mas tenho meus sonhos.

Meus desejos, que são os mais íntimos…

São os desejos que tenho quando estou no escuro de meu quarto,

Ensaiando na mente como irei fazer para lhe agradar e ser sua cadelinha amada.

Realmente quero lhe devorar, se posso falar assim… Já que sou submissa e dizem que submissas não tem querer. Mas eu tenho os meus, eles eu traduzo em sonhos e depois em palavras.

O SR é meu sonho…

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