Compromisso e promessas não cumpridas.

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Existe relacionamentos descompromissados?

Geralmente quando visualizamos um relacionamento assim, visualizamos aquela garota legal, que bebe cerveja, assiste o futebol, gosta de jogar vídeo game… Dentro do BDSM é aquela submissa que compreende que o Dono é casado, não cobra sua presença, não cobra nada, não reclama nem quando está no vácuo morrendo por falta de oxigênio.

Então, essa é a mulher/garota/submissa dos sonhos de qualquer homem.

No começo é fácil, você pensa: “não quero envolvimento”. Você tenta ser legal, compreender o quanto ele trabalha e não pode ficar com você… ai quando você começa e se questionar sobre isso, ai então vem a culpa.

“poxa, como posso ser tão chata! Sou tão egoísta!”

Mas compromissos de verdade requerem um certo grau de envolvimento. Não dá para construir um relacionamento – Baunilha ou BDSM – sem o compromisso dos dois.

Não existe comprometimento nenhum quando você sente que não tem diferença nenhum em sua vida, com o sem a pessoa. Não existe comprometimento quando você sente que a pessoa só te usa para preencher lacunas.

E mais uma vez eu me sinto culpada por escrever isso… “poxa eu sou tão chata! Estou sendo injusta!” Mas lá no fundo não queremos compreender nada, queremos sentir que somos importantes para alguém, que se faz parte da vida e não apenas uma peça avulsa.

velas-orixasPor isso, apesar de me sentir culpada, vou sempre cobrar seu comprometimento. Vou cobrar o que me prometeu… Lembra?

 

Espera

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Existe algo mais chato e monótono do que ficar esperando?

É chato, monótono e angustiante.

Não estou falando sobre esperar ajoelhada em um canto do motel o “Dono” te chamar para que você, doce submissa, vá rastejando até seus pés. Estou falando de esperar mesmo – um ano, dois anos três anos… Para ter? Não sei, não faço menor ideia do que terei. Ou se terei. Talvez eu espere para saber apenas que sou uma grade farsa. Ou uma boa submissa. Ou uma grade otária.

Aguardem os novos capítulos da saga “A doce submissa – nem tanto – que esperava não sei o que.”

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Mas a gente sabe esperar…

Ou não…

Os teus pés

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“Quando não posso contemplar teu rosto,
contemplo os teus pés.

Teus pés de osso arqueado,
teus pequenos pés duros.

Eu sei que te sustentam
e que teu doce peso
sobre eles se ergue.

Tua cintura e teus seios,
a duplicada púrpura
dos teus mamilos,
a caixa dos teus olhos
que há pouco levantaram voo,
a larga boca de fruta,
tua rubra cabeleira,
pequena torre minha.

Mas se amo os teus pés
é só porque andaram
sobre a terra e sobre
o vento e sobre a água,
até me encontrarem.”
Pablo Neruda

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Frida…

“Se eu pudesse lhe dar alguma coisa na vida, eu lhe daria a capacidade de ver a si mesmo através dos meus olhos. Só então você perceberia como é especial para mim.”

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O Caso de Bia – parte 2

sexo-nopatio1Chegou o dia de encontrar com seu amante…

Bia estava morta de ansiedade e já estava a dias pensando o que iria vestir. Comprou uma calça alfaiataria nova, preta e iria usar com uma bora de cano curto e blusa. Maquiagem a mais básica possível, não iria precisar de muita em um motel.

Combinaram de se encontrarem no mesmo local de quando se conheceram.

As 13hs no local combinado, lá estava ela: linda e poderosa e com sede de fazer muita sacanagem. Ainda se perguntava o que estava fazendo ali, o frio na barriga, aquele medo… Mas não iria voltar atrás porque o tesão falava mais alto.

Logo Nando chegou, ela entrou em seu carro se cumprimentaram com um beijo e saíram.

Durante o trajeto foram jogando conversa fora, ele passava a mão de leve em suas cochas e Bia já começou a ficar excitada. Um pouco tímida ela o tocou e sentiu que ela estava explodindo ali dentro da calça jeans.

Chegaram ao motel e ele pediu uma suíte com hidromassagem. Iria ser algo bem especial e sem muita pressa.

Quando entraram na garagem da suíte, Bia o beijou e pediu para que ele não saísse ainda… Ele colocou seu banco um pouco para trás e ela já o acariciava, tirava seu cinto e abria sua calça, ele a ajudou. Seu membro estava em suas mãos, ele encostou a cabeça no banco do carro e fechou os olhos, Bia o acariciava suavemente e depois o sugou com sua boca quente. Nando gemeu de prazer. Bia sugava, às vezes com força, às vezes suavemente, passava a língua… O masturbava e beijava sua boca. Ele pedia para que ela “mamasse” porque tinha uma coisa muito boa para encher a boca dela, e foi o que Bia fez: mamou e sugou até receber toda proteína em sua boca.

Subiram para suíte, entraram no chuveiro e tomaram banho. Beijos e caricias começaram novamente ali.

Nada como passar uma tarde de férias em um motel.

Sexo.

Descanso.

Mais sexo.

Banheira.

Sexo na banheira.

Era como se fosse a ultima vez. Selvagem e carnal. Nando a pegava com força, puxava seus cabelos, batia em sua carne macia.

Eles se encaixavam perfeitamente. A atração era mútua. Gozou por todos os poros aquela tarde! Sem culpa e com muito tesão.

Mas a realidade chama e tiveram que voltar para suas pacatas vidas, levaram apenas as marcas invisíveis, os cheiros e o gosto do sexo na boca.

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Subs irreais

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Outro dia em algum lugar sobre como publicamos – Não aqui nesse blog – fotos irreais de submissas. Submissas magras, práticas impossíveis.

Mas é o que tem… São nossas ilusões estampadas ai.

Em quatro paredes vivemos o que é real, ou não!

Minha reação quando…

Alguém diz que o Dominador é responsável pela saúde mental de sua submissa…

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A vá! Os Senhores de nossas “almas” querem nos deixar doidas de pedra!

 

O caso de Bia – Parte 1

Bia Acordou às 10hs da manhã.

Estava de férias do trabalho, merecidas férias! A coisa mais divertida que poderia fazer era dormir.

Pegou o celular para verificar os e-mails, podia ter algo de interessante. Mas não era o e-mail e sim o Skype que estava chamando. Verificou quem era… Nando. Tinham se conhecido através de uma rede social, tempos atrás e estavam mantendo contato esporadicamente.

Ela precisava de uma aventura, ter um caso, fazer sexo… Não queria ter um namorado para isso, dava muito trabalho. Tinha fantasias de que um dia encontraria um homem que se encaixasse com ela, mas estava com muita preguiça de procurar. Precisava focar mais em sua carreira, ganhar dinheiro, poupar, viajar, ser livre.

Nando havia chamado algumas horas, ela sempre ficava on pelo Skype no celular. Respondeu, pediu desculpas e disse que estava dormindo. Nando escreveu que estava próximo a casa dela e que poderia passar por ali para conversar e se conhecer pessoalmente. Ela iria precisar de uma hora para tomar banho, fazer o desjejum e sair… Então combinaram ás 11hs, na esquina próximo de sua casa.

Tomou banho e se arrumou. Não fez um look muito elaborado, vestiu uma leg preta e uma camiseta, calçou o tênis. Arrumou os cabelos e colocou uma tiara de fita com lacinho.

Tomou café da manhã e saiu.

Quando chegou ao ponto de encontro, mandou uma mensagem: “já cheguei”.

Como você está vestida?

“calça leg preta e camiseta”

Ela estava super nervosa, quase se arrependendo! E se fosse um tarado maluco e a matasse? Queria sair correndo dali, mas não podia mais, iria até o fim.

Quando Nando chegou, ela entrou rapidamente em seu carro. Nervosa, um pouco sem jeito.

Cumprimentaram-se com um beijo no rosto e ele perguntou onde poderiam ir para conversar. Ela indicou o estacionamento do mercado que ficava próximo de sua casa.

Nando estacionou o carro e começaram a papiar. Ele não é um homem bonito, mas tinha algo de atraente: Lábios carnudos, riso fácil. Falaram um pouco sobre suas vidas, e objetivo de cada um ali. Ela deixou bem claro que era apenas diversão, ele também não queria nada sério, afinal era casado e já tinha bastante seriedade em sua vida.

Nando tomou iniciativa e perguntou se poderia beijá-la. Quando o beijou, parecia que não iria sentir nada, que não conseguiria sentir prazer. Um homem desconhecido que mal tinha conversado. Precisaria trabalhar sua cabeça para sexo casual. Sempre imaginava que sexo estava atrelado a sentimentos. Tinha relacionamentos duradouros e sexo sempre vinha com o namoro. Naquele momento não. Era lago quase que selvagem e instintivo. Pessoas passavam e eles ali se atracando dentro do carro, medo de serem visto, mas também a emoção de estarem fazendo algo transgressor.

Nando a beijava suavemente, e ao mesmo tempo passava os dedos nos bicos de seus seios, depois a invadiu com os dedos entre suas coxas, ficou ali brincando com seu clitóris, seios e lábios. Ele tirou a mão de dentro de sua calça e continuou a brincar com seus seios. Então pediu que Bia se masturbasse. Pediu para que ela falasse o que ela queria que ele fizesse com ela. E bia falou… Chupar, foder, anal. Bia explodiu em gozo e Nando estava quase arrebentando o zíper da calça. Se desse transariam ali mesmo, mas precisavam deixar o melhor para depois.

E esta história continua!

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